segunda-feira, 16 de julho de 2007

SEM MEDO DE SER FELIZ (31)


Áreas livres no coração e a vida encanta por ser colorida!... no céu as estrelas cintilam a vida e a lua reflete a história da humanidade!... O jogo está aberto e o concreto revela o plano da felicidade. Tudo vem numa embalagem de um beijo, para mesclar a odisséia espiritual... e o amor é celebrado na canção da existência!... Há fartura de paz e a inocência busca a saudação da bela infância. Não há muros, nem medos e o bem caminha firme como uma águia... no azul do céu... no berço da serenidade... Então a esperança nomeia, a alegria como plano de fundo... e o balé das águas anuncia: ser o paraíso, o que antes era apenas somente, o mundo!... Fim desta, C. Santos-Akeza

SEM MEDO DE SER FELIZ (46)

Foi assim...

naturalmente como se desejasse o sol,

diante do céu, incandescente da poesia de uma estima...

Veio repleto de brilho e cor,

mas transparente como água cristalina.

Chegou...

suave e integrado de harmonia,

porém paciente, na habitação da eternidade,

numa postura divina,

provando o princípio de sua finalidade!

Estava lúcido,

relativo no pedido da firmeza,

renovado na junção da ternura

e preenchido de esperança... em um novo amanhã.

Por assim dizer, era a tradução da sutileza!

Silenciosamente, sensibilizou o núcleo,

como quem sabe o que quer,

na paz de um bem querer!...

Determinado a permanecer,

nesse fluxo contínuo de dedicação...

a cada amanhecer!

Então,

sugeriu ao coração uma filosofia criativa

e sem transpor a porta...

conheceu o universo formidável da alma...

Iluminou o ciclo...

para fazê-lo compreender,

o sentido da luz,

independente do significado das palavras...

Sem ilusões,

somou forças crescentes com a plenitude da emoção.

E quando seguro de si,

ampliou a permanência da amizade,

adquirindo o sucesso, na melodia da percepção.

Ah! possuía no olhar: A inocência equilibrada.

Nos gestos: a ciência do amor

e quanto mais amava,

mas seu espírito crescia em liberdade e consciência.

De tanto amar,

viu a arte da gratidão,

reproduzindo a felicidade no grau da essência.

E observou condizente a analogia da vida,

contemplada de sentimentos mesclados,

na constância de sua própria existência.

Imediatamente soube que o perfeito,

sempre foi e sempre será referente ao amor.

Virá tocado de infinita paciência,

para expandir a procedência

do que tem

e do que sempre... terá valor!


Fim desta, C. Santos-Akeza


segunda-feira, 2 de julho de 2007

ESTREITANDO LAÇOS


ESTREITANDO LAÇOS

Descobrir que na força do amor
Tornei-me um ser imortal,
Sou fonte de pura energia viva,
Plena capacidade criativa,
Dotado de um poder especial!

Pois mesmo que o vento
Sopre impiedoso sobre mim,
Feito um vendaval,
Um ciclone ou um furação...
Ainda assim resistirei.
Que venha como uma tempestade,
Capaz de derrubar muralhas,
Ou as pirâmides do Egito...
Ainda assim resistirei.
Se for como um redemoinho,
Levando em seu nebuloso caminho tudo...
Ainda assim resistirei.
Mesmo que a chuva desça sobre mim,
Sólida, bruta arrastando pontes...
Ainda assim resistirei.
Se esta vier como um dilúvio
Ainda assim resistirei.
Também se jogarem meu corpo dormente
Nas chamas ardentes de um vulcão...
Ainda assim resistirei.
Se me colocarem em um deserto,
Privado de todos os alimentos
Ou da tão necessária água...
Ainda assim resistirei.
Quando estiver cansado, sozinho,
Sem vigor, sem saúde...
E à minha frente surgir à presença da morte,
Para levar a matéria dos cinco sentidos,
Ainda assim resistirei.

Porque o que faz com que eu me sinta vivo, é a poderosa força do amor
E esta está muito além dos cinco sentidos
E até mesmo da própria dor...
E como partícula infinita em eterno ir e vir...
Sigo triunfante na certeza
De que jamais terei um fim...
Pois viverei na difusão de todo universo
Caminhando sempre em progresso
Dia após dia, assim
Intensificando Deus que é toda essência da vida,E todo amor em mim!